Após Fachin sofrer ameaças, Supremo age para contornar grave situação

Após Fachin sofrer ameaças, Supremo age para contornar grave situação

A reportagem questionou nesta segunda-feira (14) a assessoria de imprensa do STF se uma nova tentativa de compra seria realizada e se os ministros poderiam fazer uso dos coletes. Atualmente, são oito e quatro vigilantes, respectivamente.

A mais alta instância do Poder Judiciário nacional; o Supremo Tribunal Federal (STF) [VIDEO], atravessa momentos extremamente complicados, em se tratando de supostas ameaças direcionadas a um de seus ministros da Suprema Corte.

O Supremo Tribunal Federal vai contratar seis seguranças armados para escoltar o relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin, na casa dele, em Curitiba. Em julho do ano passado, o efetivo passou de quatro para cinco homens. O ministro e sua família, que mora na capital paranaense, receberam ameaças em março.

O contrato da empresa responsável pela segurança de Fachin vence no fim de junho. Por isso, a Corte promoverá novo pregão eletrônico na sexta-feira para fornecer guarda-costas pelos próximos 30 meses ao custo estimado de R$ 1,6 milhão.

A previsão é de que sejam mantidos os sete agentes no Paraná, conforme o edital.

Um dos principais motivos que levam à preocupação do ministro supracitado do Supremo, seria a segurança de sua esposa, a desembargadora Rosana Amara Girardi Fachin, que segundo ele, não estaria usufruindo de segurança institucional. Também esteve com a presidente do Supremo, Cármen Lúcia.

A Polícia Federal vem contribuindo de modo exponencial, em se tratando das investigações realizadas a partir da abertura de inquérito, além da garantia de integridade de pessoas que estão em postos públicos elevados.