Mãe se recusa a enterrar filha por acreditar que ainda está viva

Mãe se recusa a enterrar filha por acreditar que ainda está viva

O problema se agravou e ela teve uma infecção nos rins e foi transferida.

No dia 8 de novembro, ela foi hospitalizada novamente e no dia 12 a jovem Débora foi dada como morta. O irmão de Debora também acredita que a jovem não tenha morrido e afirma que ela apresenta pulsação fraca.

Segundo informações da assessoria do IML, o laudo oficial da causa da morte deverá ser divulgado em até 10 dias.

Após quase 15 dias internada, Débora foi declarada morta no último domingo (12), após sofrer uma parada cardíaca, porém, a família se negou a realizar o sepultamento alegando que Débora estaria viva em estado de catalepsia.

"Com dois anos de idade". "Este problema acontece na família". Quando me deu um ataque tive uma dor muito forte na perna e fiquei assim... só voltei quatro dias depois. E também explica que a cada geração o problema está se agravando. "Acredito que minha filha está viva", diz. "Eu acredito em um Deus vivo". A mãe dela não é louca.

Ailton Gabriel dos Santos, 43, esteve na casa de Débora e fez uma oração junto com a família nesta manhã.

O delegado Manuel Wanderley Cavalcante foi ao local e pediu uma nova avaliação médica para confirmar a mote de Débora. E se for comprovado que o hospital liberou este corpo sem óbito, vamos responsabilizar o hospital. Na tarde de ontem, o corpo da jovem passou por exame de necropsia, onde foi constatado que ela estava morta há mais de 48 horas.

"Nós vamos conversar com a mãe da falecida para saber das dúvidas dela, pois aqui já podemos ver que a menina está falecida. Mas, aparentemente, a pessoa está morta e precisa ser enterrada", disse.