Pequim apela EUA e Coreia do Norte à contenção

Pequim apela EUA e Coreia do Norte à contenção

No Twitter, o presidente escreveu que "as soluções militares estão prontas para serem usadas caso a Coreia do Norte atue de forma imprudente".

O regime de Kim Jong-un respondeu, dando detalhes de um plano para bombardear a ilha de Guam, em cujas bases americanas estão estacionados os bombardeiros estratégicos que o Pentágono envia regularmente à Península Coreana e que, na última terça-feira, voltaram a voar próximo da Coreia do Norte.

A Bolsa de Nova York demonstrou nesta sexta uma melhoria do otimismo, apesar da tensão política entre Estados Unidos e Coreia do Norte não ter dado sinais de melhora. "Espero que que funcione", afirmou.

Não podendo solucionar o problema norte-coreano sozinho, Trump se dirigiu à China, que, por sua vez, não vai resolvê-lo de uma forma que sirva aos americanos, pois isso não corresponde aos seus interesses nacionais.

Em uma reunião extraordinária realizada em seu campo de golfe, em Bedminster, Trump disse a repórteres que "é melhor a Coreia do Norte não fazer mais nenhuma ameaça aos EUA".

"Há ainda espaço para uma solução diplomática".

Xi Jinping mencionou a frutífera reunião com o presidente Trump no mês passado em Hamburgo, Alemanha.

Alguns especialistas asseguram que Pyongyang ainda deve superar obstáculos técnicos, em especial para conseguir fazer uma miniatura de uma ogiva nuclear para introduzi-la com sucesso em um míssil.

"Estamos entrando em uma era diferente, de vulnerabilidade mútua".

"Se esse congelamento duplo finalmente ocorrer, então podemos sentar e começar desde o início - assinar um documento que irá enfatizar o respeito pela soberania de todas as partes envolvidas, incluindo a Coreia do Norte", disse Lavrov.

"Um diálogo sensato é impossível com um sujeito assim, desprovido de razão, e com ele só funciona a força absoluta", indicou a agência estatal KCNA, citando o general norte-coreano Kim Rak Gyom. O segundo, é tido como temporário e, portanto, menos eficaz.

Em comunicado após a conversa, a Casa Branca afirmou que a Coreia do Norte deve parar com "seu comportamento provocador".

O Post também assinalou que outra avaliação da Inteligência considerou que a Coreia do Norte tem agora até 60 armas nucleares, mais do que se pensava.

Já propôs várias vezes uma dupla "moratória": a paragem simultânea dos ensaios nucleares e balísticos de Pyongyang e dos exercícios militares conjuntos dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.