Taylor Swift pode testemunhar contra suposto agressor sexual em corte dos EUA

Taylor Swift pode testemunhar contra suposto agressor sexual em corte dos EUA

O radialista foi demitido e processou a loira, acusando-a de mentir. Andrea Swift destacou que não presenciou o ato, mas logo percebeu a aflição da cantora ao encontrá-la no camarim.

"Entrei no camarim e vi o rosto dela".

Mas quando soube o que se tinha passado, ficou tão chateada que chegou ao ponto de ficar com "vontade de vomitar e de chorar, tudo ao mesmo tempo".

O assédio ocorreu antes de um show de Taylor, em 2013, na cidade americana de Denver.

Taylor Swift exige uma indemnização no valor de 850 mil euros que será entregue a instituições de caridade que trabalhem para proteger mulheres vitimas de abuso e assedio sexual. De acordo com a artista de 27 anos, Mueller teria colocado a mão por debaixo de seu vestido enquanto os dois posavam para fotos. Já Mueller, de 55 anos, afirmou em depoimento na terça-feira que ele pode ter feito um contato físico inocente com Taylor Swift, talvez esbarrando seu braço ou torso, mas negou qualquer comportamento inapropriado. "Dizer aquilo a destruiu. Ela estava tremendo, estava humilhada", destacou, com lágrimas nos olhos. "Isso absolutamente estilhaçou nossa confiança", disse sobre o suposto incidente. "Aquilo nos amedrontou de verdade", frisou no tribunal.

Ainda não se sabe quando o veredito será revelado. Andrea ressaltou que não tem motivos para duvidar da versão da filha. "Ele apertou minhas nádegas por baixo da minha saia", enfatizou.

"Ele agrediu sexualmente minha filha, bem ali, aquele cara", disse. "Sei que aconteceu", firmou, ao apontar para Mueller. Em resposta, a estrela pop registrou na delegacia queixa contra o radialista por ameaça. "Ele permaneceu com a mão lá enquanto eu tentava me afastar", disse a jovem ao ser chamada como testemunha pelo advogado representando Mueller, que está processando Swift, alegando que ela e sua equipe o caluniaram, o que resultou em sua demissão após o incidente.